O DER-AM se justifica, pois um corpo técnico e operacional, com patrulhas mecanizadas e residências técnicas, e equipes permanentemente mobilizadas, garantirá a conservação do nosso patrimônio rodoviário, permitindo o deslocamento de pessoas e cargas.
Destaco que é fundamental a autonomia financeira e administrativa, com alocação de recursos para a execução de suas atividades.
Fui diretor-geral do DER-AM de 1971 até 1975, e o departamento era responsável pela manutenção e conservação das rodovias estaduais e também foi o contratante das obras da BR-319, nos segmentos de Humaitá até o rio Matupiri e do Tupana até o mesmo ponto.
Considero, ainda, que a extinção do DER-AM foi um equívoco e precisa ser reparado, sobretudo em razão da relevância da sua atuação específica e do papel imprescindível que envolve e geopolítica da região.
É fundamental a participação da Academia, por meio das Faculdades de Tecnologia, com intercâmbio de conhecimentos, compartilhamento de laboratórios, participação dos discentes, e implantação de novas técnicas que assegurem durabilidade, segurança dos usuários e economia.
Por fim, é necessária, mediante convênio simplificado, a atuação do DER-AM também em ramais e vicinais, assegurando efetividade ao modal de transporte rodoviário nas diversas perspectivas.
Manaus, 22 de janeiro de 2026.
Professor e Eng. Civ. Orlando Holanda
Ex-diretor do DER-AM
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